Ok, eu estou exagerando. No fundinho todo mundo que acompanha ou acompanhou as histórias da turma da Mônica sabia que isso iria acontecer mais cedo ou mais tarde assim que foi anunciado a criação da "Turma da Mônica Jovem".
Agora, não seria exagero nenhum dizer que esse será o grande evento dos quadrinhos nacionais uma vez que a revista da Turma da Mônica é a mais vendida no Brasil e por anos ouviamos boatos do quão bonito seria esse casalzinho.
A Panini informou que a revista terá uma tiragem superior a 500 mil exemplares. Praticamente a tiragem da revista Época em uma semana, e o dobro da tiragem diária de um jornal grande como a Folha de São Paulo.
No nosso mercado atual de quadrinhos nacionais, vender 3 mil exemplares é uma conquista fenomenal, agora imagina ter 500 mil nas bancas. É esperar o sucesso que ja esta garantido.
A estrutura romântica de Mônica e Cebolinha.
Quando o escritor ou autor aparece com aquele papo de que "o personagem tem vida própria" todo mundo fica achando que é papinho de artista, mas não é. Quando você cria um personagem e o desenvolve por tantos anos, como é o caso de Cebolinha e Mônica, chega um momento em que a personalidade do personagem fica tão bem definida, as reações dele tão sistematizadas, que o personagem realmente cria vida própria. Você pode conduzir a história, mas a forma como o personagem vai reagir a ela ja esta pré-estabelecida, não adianta forçar a barra para o outro lado. Não cola.
Cebolinha foi elaborado como personagem para ser o rivalzinho da Mônica. Ter uma estrutura em que ele queira se tornar o dono da rua, pegar o coelinho da garota, porém não podia se revelar um garoto malvado, afinal, a idéia era de que aquelas briguinhas fosse apenas inocentes discurssões de crianças e que no fundo eles são amigos. Também existe uma certa obsessão do personagem pela Mônica, o que o impulsionaria a ter cada vez mais e mais planos infalíveis.
Essa estrutura (básica) de personagem do Cebolinha citada acima passa uma impressão de conflito já conhecida no mundo literário, usado em vários outros personagens.
A relação de "amor e ódio".
Agora, não seria exagero nenhum dizer que esse será o grande evento dos quadrinhos nacionais uma vez que a revista da Turma da Mônica é a mais vendida no Brasil e por anos ouviamos boatos do quão bonito seria esse casalzinho.
A Panini informou que a revista terá uma tiragem superior a 500 mil exemplares. Praticamente a tiragem da revista Época em uma semana, e o dobro da tiragem diária de um jornal grande como a Folha de São Paulo.
No nosso mercado atual de quadrinhos nacionais, vender 3 mil exemplares é uma conquista fenomenal, agora imagina ter 500 mil nas bancas. É esperar o sucesso que ja esta garantido.
A estrutura romântica de Mônica e Cebolinha.
Quando o escritor ou autor aparece com aquele papo de que "o personagem tem vida própria" todo mundo fica achando que é papinho de artista, mas não é. Quando você cria um personagem e o desenvolve por tantos anos, como é o caso de Cebolinha e Mônica, chega um momento em que a personalidade do personagem fica tão bem definida, as reações dele tão sistematizadas, que o personagem realmente cria vida própria. Você pode conduzir a história, mas a forma como o personagem vai reagir a ela ja esta pré-estabelecida, não adianta forçar a barra para o outro lado. Não cola.
Cebolinha foi elaborado como personagem para ser o rivalzinho da Mônica. Ter uma estrutura em que ele queira se tornar o dono da rua, pegar o coelinho da garota, porém não podia se revelar um garoto malvado, afinal, a idéia era de que aquelas briguinhas fosse apenas inocentes discurssões de crianças e que no fundo eles são amigos. Também existe uma certa obsessão do personagem pela Mônica, o que o impulsionaria a ter cada vez mais e mais planos infalíveis.
Essa estrutura (básica) de personagem do Cebolinha citada acima passa uma impressão de conflito já conhecida no mundo literário, usado em vários outros personagens.
A relação de "amor e ódio".
O que restou então?
Exatamente...
Não juntar esse casalzinho que ja estava arrumado de forma romântica na cabeça dos leitores, isso sim, seria forçar a barra.
Em outras palavras, o romance dos dois era inevitavel, o que torna o evento ainda mais legal.
Turma da Mônica Jovem #34 tem 132 páginas, capa colorida, miolo preto e branco e preço de R$ 6,90. deve chegar nas bancas de São Paulo no dia 24 de maio. Para os cariocas, a revista chega no dia seguinte, 25. Para o resto do País, no dia 27.


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